

A newsletter mais querida da internet está com vagas abertas
designer & social media
início: maio/2026
designer & social media
cuidar do nosso insta, tiktok e outras coisitas mais
Produção de criativos para redes sociais (Instagram e TikTok);
Ideias de pautas e formatos para calendário de conteúdo;
Gestão das postagens nas plataformas de social e interação com a comunidade (comentários, DMs);
Criação de elementos de para edições especiais da newsletter New Plan Journal;
Atualização da nossa página no Notion
Desenvolvimento de templates para mídias de tráfego pago;
Participação de projetos criativos para além do fluxo de conteúdo;
Vale lembrar que:
- Contrato PJ, por entregas ~ não há necessidade de exclusividade;
- Não há necessidade de encontros presenciais;
- Conhecer o universo de newsletters é um diferencial
- Não é preciso saber ilustrar;
- Ser cronicamente online ajuda ;)
início: maio/2026
redação & conteúdo
dar ideias incríveis e colocá-las para rodar
Planejar o calendário de conteúdo mensal e trimestral considerando Instagram, TikTok, newsletter e comunidade
Copy de posts para Insta e TikTok
Definir direcionais de conteúdo e gerenciar o equilíbrio entre eles nas redes
Aborgagem de colaborações com creators e perfis estratégicos
Mapear oportunidades de crescimento e geração de leads para a newsletter
Liderar projetos especiais (edições temáticas, campanhas e collabs)
Aprovar conteúdos desenvolvidos pelo designer (texto + direção criativa), garantindo consistência de linguagem e posicionamento
Vale lembrar que:
- Contrato PJ, por entregas ~ não há necessidade de exclusividade;
- Estar em SP é um diferencial;
- Conhecer o universo de newsletters é imprescindível;
- Ser cronicamente online ajuda ;)
Produzir conteúdo acessível, atraente e inspirador faz toda a diferença para que a conversa aconteça de verdade. A meta da MOL Impacto sempre foi criar produtos baratos, bonitos e agradáveis, que funcionem para qualquer nível de leitura. Vivemos num país onde o analfabetismo funcional e a falta de hábito de leitura ainda são desafios enormes, então precisamos pensar em formatos que acolham, não que afastem. Por isso apostamos em textos curtos, bem pensados, emocionantes, com histórias que criam identificação e fazem quem lê pensar “eu também”. Quando a gente chega nesse lugar, a mensagem atravessa com muito mais força.
A estética também importa muito. Fazemos produtos ilustrados, visualmente agradáveis, que dão prazer aos olhos, porque comunicação não é só o que queremos dizer, é o que o outro consegue absorver. Existe um espaço delicado entre o que queremos contar e o que o outro está disposto a ouvir, e é ali que a conversa acontece. Design, escolha de palavras e edição ajudam a espalhar mensagens e a democratizar o acesso. E democratizar acesso não é só preço, é presença. Venho de uma cidade do interior de Santa Catarina onde não havia livraria, mas havia farmácias vendendo os livros da MOL. Muita gente diz que as pessoas não leem mais, mas nossos números mostram o contrário. Vendemos milhões de exemplares por ano porque o interesse existe, o que muitas vezes falta é acesso simples, possível e cotidiano.
Acho que tudo começa por um exercício de autoconhecimento. Entender quais temas mais te mobilizam, quais notícias te indignam, o que faz seu olho brilhar. A partir disso, transformar indignação em ação. Criamos o teste Descubra Sua Causa justamente para ajudar nesse processo, de forma leve e acessível, mas esse caminho também pode vir da escuta, da observação e da reflexão pessoal. Existem milhares de organizações incríveis e pessoas fazendo trabalhos importantes, e um bom começo é revisar o feed, ver quem você segue, quais causas estão presentes no seu cotidiano digital.
Um livro que me marcou profundamente é “A Bolsa Amarela”, da Lygia Bojunga. Apesar de ser considerado infantil, é um livro muito adulto, que fala sobre desejos, silenciamentos e a coragem de viver as próprias verdades, sempre de forma coletiva. Li pela primeira vez aos sete anos e releio até hoje. Também acompanho muito o trabalho do Michel Alcoforado, que ajuda a entender a sociedade de forma acessível e profunda, e a The School of Life, que traz reflexões importantes sobre quem somos e como nos relacionamos.
Ultimamente, tenho me interessado muito pela ideia da alegria como forma de resistência. Em meio a tantas metas e pressões, cultivar pequenos prazeres, deslumbramento e presença é uma forma de seguir adiante sem endurecer. A alegria, para mim, é um recurso civilizatório e um combustível essencial para continuar lutando e acreditando que dá para fazer diferente.